O medo é contagioso, e é usado para te controlar

Tudo na base do medo. E só com medo controlas as pessoas.

E se existem formas de meter medo ás pessoas e ao ponto de as toldar o pensamento, algumas delas é com doenças e guerras. Duas formas utilizadas nesses dois anos. E tens outra que vem a caminho… a fome!

 

Os Estados estão a usar o medo para controlar e manipular os seus cidadãos. Isso foi admitido por membros do Grupo Científico sobre Comportamento para Influenza Pandêmica (SPI-B na sigla em inglês), um subcomité consultado pelo Grupo de Consulta Científico para Emergências (SAGE) do Reino Unido.

 

E eles devem estar bem informados, uma vez que defenderam esse método de controle, e agora dizem que foi um infeliz engano. Conforme reportado pelo Telegraph, em 14 de Maio de 2021( https://archive.ph/twBlO)

 

𝗔 𝗳𝗮𝗯𝗿𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗺𝗲𝗱𝗼

 

Por quase um ano e meio, os governos do mundo, com poucas excepções, administraram aos seus cidadãos uma “dieta” regular de notícias apavorantes. Por meses e meses, era impossível ligar a televisão sem ver o número de hospitalizações e mortes correndo em notas de rodapé.

Mesmo quando se tornou claro que as pessoas não estavam a morrer em números excessivos, a Comunicação Social ou seja o controlo de massas, continuou-nos a assaltar com actualizações contínuas do crescente número de “casos”, sem nunca se preocupar em contextualizar os números, ou explicar que a vasta maioria eram falsos positivos.

 

Informações que teriam contrabalançado as más notícias – como as taxas de recuperação, e quantos supostos “casos” na verdade não tiveram um único sintoma – foram censuradas e suprimidas.

 

Também se recusaram a colocar os dados no contexto apropriado, como avaliar se o número de mortes havia aumentado significativamente em relação a anos anteriores. Ao invés disso, cada novo caso era tratado como uma emergência e sinal de catástrofe iminente.

 

𝗡𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗰𝗼𝗻𝗳𝘂𝗻𝗱𝗮 – 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮𝗱𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝘂𝗺𝗮 𝘁𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗲 𝗴𝘂𝗲𝗿𝗿𝗮

 

Além da barragem de notícias exclusivamente más – que, diga-se de passagem, eram manipuladas de várias formas – medo e ansiedade também foram criados mantendo-te confuso. De acordo com Laura Dodsworth, (𝐿𝑎𝑢𝑟𝑎 𝐷𝑜𝑑𝑠𝑤𝑜𝑟𝑡ℎ 𝑒́ 𝑎𝑢𝑡𝑜𝑟𝑎, 𝑗𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙𝑖𝑠𝑡𝑎, 𝑓𝑜𝑡𝑜́𝑔𝑟𝑎𝑓𝑎 𝑒 𝑐𝑖𝑛𝑒𝑎𝑠𝑡𝑎 𝑒 𝑡𝑒𝑚 𝑠𝑖𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑐𝑟𝑖𝑡𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑢𝑚𝑎 ‘𝐶𝑎𝑠𝑠𝑎𝑛𝑑𝑟𝑎 𝑣𝑖𝑔𝑜𝑟𝑜𝑠𝑎 𝑑𝑜𝑠 𝑢́𝑙𝑡𝑖𝑚𝑜𝑠 𝑑𝑖𝑎𝑠’ 𝑒 𝑢𝑚𝑎 ‘𝐶𝑎𝑐̧𝑎𝑑𝑜𝑟𝑎 𝑑𝑒 𝑇𝑎𝑏𝑢𝑠’. 𝐸𝑙𝑎 𝑒́ 𝑎 𝑎𝑢𝑡𝑜𝑟𝑎 𝑑𝑜 𝑏𝑒𝑠𝑡-𝑠𝑒𝑙𝑙𝑒𝑟 𝑑𝑜 𝑆𝑢𝑛𝑑𝑎𝑦 𝑇𝑖𝑚𝑒𝑠, ”𝘼 𝙎𝙩𝙖𝙩𝙚 𝙤𝙛 𝙁𝙚𝙖𝙧: 𝙃𝙤𝙬 𝙩𝙝𝙚 𝙐𝙆 𝙂𝙤𝙫𝙚𝙧𝙣𝙢𝙚𝙣𝙩𝙞𝙨𝙚𝙙 𝙛𝙚𝙖𝙧 𝙙𝙪𝙧𝙞𝙣𝙜 𝙩𝙝𝙚 𝘾0𝙫𝙞𝙙- XIX 𝙋𝙖𝙣𝙙𝙚𝙢𝙞𝙖”.) recomendações intencionalmente vagas e contraditórias estão a ser usadas para manter as pessoas psicologicamente vulneráveis.

 

“𝑸𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒔𝒆 𝒄𝒓𝒊𝒂 𝒖𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒂𝒅𝒐 𝒅𝒆 𝒄𝒐𝒏𝒇𝒖𝒔𝒂̃𝒐, 𝒂𝒔 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒇𝒊𝒄𝒂𝒎 𝒂𝒊𝒏𝒅𝒂 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒅𝒆𝒑𝒆𝒏𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔. 𝑨𝒐 𝒊𝒏𝒗𝒆́𝒔 𝒅𝒆 𝒔𝒆 𝒔𝒆𝒏𝒕𝒊𝒓𝒆𝒎 𝒄𝒐𝒏𝒇𝒊𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒕𝒐𝒎𝒂𝒓𝒆𝒎 𝒅𝒆𝒄𝒊𝒔𝒐̃𝒆𝒔 𝒑𝒐𝒓 𝒔𝒊 𝒑𝒓𝒐́𝒑𝒓𝒊𝒂𝒔, 𝒆𝒍𝒂𝒔 𝒂𝒄𝒂𝒃𝒂𝒎 𝒆𝒔𝒑𝒆𝒓𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒑𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒔𝒕𝒓𝒖𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒅𝒐 𝑮𝒐𝒗𝒆𝒓𝒏𝒐,” – 𝒆𝒏𝒕𝒓𝒆𝒗𝒊𝒔𝒕𝒂 𝒏𝒐 𝒑𝒐𝒅𝒄𝒂𝒔𝒕 𝑷𝒍𝒂𝒏𝒆𝒕 𝑵𝒐𝒓𝒎𝒂𝒍 𝒆𝒎 20 𝒅𝒆 𝑴𝒂𝒊𝒐 𝒅𝒆 2021 (https://archive.ph/62z0k#selection-2017.1-2017.212).

O medo há muito tem sido a ferramenta de tiranos. Ele é profundamente eficaz, em parte porque se espalha de uma pessoa para outra, exactamente como um vírus.

Entre animais, respostas emocionais a algum tipo de angústia são transmitidos através de feromónios propagados por várias secreções corporais, como suor e saliva.

 

Quando encontram algo percebido como uma ameaça séria, animais com estruturas sociais fortes, como formigas e abelhas, emitem um feromónio de alarme. O odor atrai outros membros da colónia para lidar colectivamente com a ameaça.

 

Humanos parecem ter uma capacidade bastante similar. Quando assustados ou irritados, humanos produzem sinais químicos, e apesar de poderes não reconhecer conscientemente o cheiro de medo ou irritação, ele pode ter um impacto subconsciente, fazendo com que também sintas o medo ou a irritação.

 

Os humanos também tendem a imitar os sentimentos daqueles ao nosso redor, e esta é ainda outra maneira através da qual uma emoção pode se espalhar como fogo por uma comunidade ou um país inteiro – para o bem ou para o mal. Psicólogos comportamentais chamam isso de “contágio emocional”, e aplica-se tanto a emoções positivas como negativas.

Por exemplo, se és recebido com um sorriso ao encontrares alguém, é provável que também sorrias, imitando o comportamento e expressão facial da pessoa. Se alguém olha para ti com um franzido raivoso, é provável que de repente te sintas com raiva também, mesmo que não estivesses antes e não tenhas nenhuma razão para estar, além do facto de que alguém “olhou torto” para ti.

 

No entanto, apesar de tanto emoções positivas quanto negativas serem contagiosas, certas emoções se espalham com maior velocidade e facilidade do que outras. Pesquisas chegaram à conclusão de que emoções de “alta excitabilidade” como admiração (positiva) ou raiva ou ansiedade (negativas) são mais “virais” que emoções de “baixa excitabilidade” como felicidade ou tristeza.

Pesquisadores têm feito análises de dados no Twitter e outras plataformas de rede social para entenderem melhor como emoções se espalham, e os tipos de mensagem que se espalham mais rápido. Mas eles ignoraram os principais culpados, o Google e Facebook, ambos os quais roubam os teus dados privados e usam-os para manipular o teu comportamento.

 

Em 2017, a NOVA reportou que essas informações estavam a ser extraídas e usadas para evitar mensagens que pudessem causar pânico em massa. Mas a pandemia cujo nome não posso aqui mencionar, sugere exatamente o contrário.
Claramente, psicólogos comportamentais têm se ocupado em desenvolver ferramentas para maximizar o contágio do medo, ansiedade, e pânico.

 

𝗖𝗼𝗺𝗼 𝘀𝗲 “𝗶𝗻𝗼𝗰𝘂𝗹𝗮𝗿” 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮́𝗴𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗲𝗺𝗼𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗻𝗲𝗴𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮𝘀

 

Podemos citar aqui três formas eficazes de se “imunizar” contra o contágio de emoções negativas.

 

Distrair-se da fonte da emoção negativa – no caso da “pornografia de medo” da pandemia, ou recentemente da guerra e seguramente mais “armadilhas” que aí virão como a falta de alimentos nas prateleiras, isso envolveria desligar-se da Comunicação Social d controlo de massas, a qual, ao longo dos últimos anos, se mostrou incapaz de ser razoável;

Projectar as tuas próprias emoções positivas de volta para a fonte do contágio negativo – ao falar com alguém que está com medo, eles podem acabar “pegando “ o teu optimismo, ao invés do contrário.

Falar abertamente – se alguém está inconscientemente a espalhar emoções negativas, dizer isso claramente pode ajuda-los a perceber o que estão a fazer. (Isso obviamente não vai funcionar se a fonte está espalhando medo e ansiedade de forma propositada e deliberada.)

 

𝗘𝘅𝗽𝗼𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗽𝗹𝗮𝗻𝗼 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗶𝗼𝘀𝗼

 

Como explicado pelo jornalista James Corbett na edição de 16 de Outubro de 2020 do seu Corbett Report [https://www.corbettreport.com/greatreset/], o “Grande Reset” é o novo “contrato social” do qual cada um participará através de identificação electrónica ligada à sua conta bancária e histórico médico, e um cartão de “crédito social” que vai acabar ditando cada aspecto da tua vida.

O objectivo é livrar-se do capitalismo e da livre iniciativa, e substituí-los pelo “desenvolvimento sustentável” e “capitalismo de stakeholders”, termos que camuflam suas intenções malignas e anti-humanas. Conforme notado no livro “Tecnocracia: a Dura Estrada para a Ordem Mundial[https://geopolitics.co/2020/08/29/breaking-down-the-global-elites-great-reset-master-plan/]”:

 

“(…) 𝑫𝒆𝒔𝒆𝒏𝒗𝒐𝒍𝒗𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝑺𝒖𝒔𝒕𝒆𝒏𝒕𝒂́𝒗𝒆𝒍 𝒆́ 𝑻𝒆𝒄𝒏𝒐𝒄𝒓𝒂𝒄𝒊𝒂 (…) 𝒐 𝒎𝒐𝒗𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝒑𝒆𝒍𝒐 𝑫𝒆𝒔𝒆𝒏𝒗𝒐𝒍𝒗𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝑺𝒖𝒔𝒕𝒆𝒏𝒕𝒂́𝒗𝒆𝒍 𝒕𝒐𝒎𝒐𝒖 𝒎𝒆𝒅𝒊𝒅𝒂𝒔 𝒄𝒖𝒊𝒅𝒂𝒅𝒐𝒔𝒂𝒔 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒂𝒎𝒖𝒇𝒍𝒂𝒓 𝒔𝒖𝒂 𝒗𝒆𝒓𝒅𝒂𝒅𝒆𝒊𝒓𝒂 𝒊𝒅𝒆𝒏𝒕𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆, 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒕𝒆́𝒈𝒊𝒂, 𝒆 𝒑𝒓𝒐𝒑𝒐́𝒔𝒊𝒕𝒐, 𝒎𝒂𝒔 𝒒𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒐 𝒗𝒆́𝒖 𝒇𝒐𝒓 𝒍𝒆𝒗𝒂𝒏𝒕𝒂𝒅𝒐, 𝒗𝒐𝒄𝒆̂ 𝒏𝒖𝒏𝒄𝒂 𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓𝒂́ 𝒆𝒏𝒙𝒆𝒓𝒈𝒂-𝒍𝒐 𝒅𝒆 𝒐𝒖𝒕𝒓𝒂 𝒇𝒐𝒓𝒎𝒂. 𝑼𝒎𝒂 𝒗𝒆𝒛 𝒅𝒆𝒔𝒎𝒂𝒔𝒄𝒂𝒓𝒂𝒅𝒂 𝒔𝒖𝒂 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒕𝒆́𝒈𝒊𝒂, 𝒕𝒐𝒅𝒐 𝒐 𝒓𝒆𝒔𝒕𝒐 𝒄𝒐𝒎𝒆𝒄̧𝒂𝒓𝒂́ 𝒂 𝒇𝒂𝒛𝒆𝒓 𝒔𝒆𝒏𝒕𝒊𝒅𝒐.”

𝗔 𝗽𝗮𝗻𝗱𝗲𝗺𝗶𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝘂𝗺𝗮 𝗼𝗽𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝘀𝗶𝗰𝗼𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗮

 

Não há uma única área da vida que tenha sido deixada de fora desse plano do Grande Reset. A reforma planeada afectará tudo, desde governo, energia e finanças até alimentação, medicina, o mercado imobiliário, a polícia, e até a forma como interagimos com outros humanos em geral.

É desnecessário dizer que transformar radicalmente todos os aspectos da sociedade implica alguns desafios. Nenhuma pessoa sã concordaria com o plano, se estivesse ciente de todos os detalhes. Então, para coloca-lo em prática, foi necessário o uso de manipulação psicológica, e o medo é a ferramenta mais eficiente que existe para garantir a obediência.

 

𝗔 𝗲𝗻𝗴𝗲𝗻𝗵𝗮𝗿𝗶𝗮 𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗹 𝗲́ 𝗰𝗿𝘂𝗰𝗶𝗮𝗹 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗿𝗲𝗴𝗶𝗺𝗲 𝘁𝗲𝗰𝗻𝗼𝗰𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗼

 

A tecnocracia é inerentemente uma sociedade tecnológica, administrada através de engenharia social.
O medo é apenas uma das ferramentas de manipulação. O foco obsessivo na “ciência” é outra. Toda vez que alguém discorda, ele é simplesmente acusado de ser “anti-ciência”, e qualquer ciência que ponha em dúvida o status-quo é declarada “ciência desacreditada”.

 

A única ciência que importa é aquilo que os tecnocratas consideram verdadeiro, não importa quanta evidência exista em contrário. Nós testemunhamos isso em primeira mão durante esta pandemia, assistindo às “Big Techs” censurarem e banirem tudo e todos que fossem contra as opiniões da OMS, a qual não passa de uma engrenagem na máquina tecnocrática.

 

Se permitirmos que esta censura continue, o resultado final será nada menos que devastador. Por isso, devemos simplesmente continuar a esforçar-nos pela transparência, pela verdade, pela liberdade médica, pela liberdade pessoal, e pelo direito à privacidade.

 

Reconhecer que o medo que sentimos foi cuidadosamente manufacturado pode nos ajudar a escapar do seu domínio, e uma vez que nós – em massa – não mais acreditarmos nas mentiras que nos são vendidas, o motor que fornece energia para o medo e o pânico eventualmente irá ficar sem combustível e parar.

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Jorge Torres

Sobre o Autor: Jorge Torres Verificado ícone 1 Verificado ícone de 7

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